O amor e o perdão



"Jesus se dirigiu ao fariseu e lhe disse: — Simão, tenho uma coisa para lhe dizer. Ele respondeu: — Diga, Mestre. Jesus continuou: — Certo credor tinha dois devedores: um lhe devia quinhentos denários, e o outro devia cinquenta. E, como eles não tinham com que pagar, o credor perdoou a dívida de ambos. Qual deles, portanto, o amará mais? Simão respondeu: — Penso que é aquele a quem mais perdoou. Jesus disse: — Você julgou bem" (Lucas 7:40‭-‬43 - NAA).

Perdoar uma dívida não significa que ela deixará de existir, mas, sim, que uma outra pessoa ficará responsável pelo pagamento dela, no seu lugar.

Foi exatamente isso que Deus fez conosco, em relação ao pecado. Ele, para nos livrar da condenação à morte, mandou Jesus, para morrer em nosso lugar, e permitir que, pela graça, possamos ter o direito à escolha de viver, com Ele, na glória.

Se em algum dia tivermos de responder um questionamento parecido com o que Jesus fez ao fariseu, teremos de reconhecer, por 'a' mais 'b' o amor de Deus por nós, infinitamente maior e pleno, que qualquer outro existente no mundo.

O amor de Deus é tão lindo e incomparável, que Ele permitiu que o único filho dEle morresse na cruz, para que a gente assumisse a condição de filhos de Deus, co-herdeiros com Cristo, nosso irmão mais velho. Isso certamente vale muitíssimo mais que qualquer quantia de denários, Reais, Dólares, Euros ou Libras Esterlinas.

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